Conhecida como calvície, a alopecia androgenética causa afinamento progressivo dos fios e redução da densidade capilar. O tratamento é individualizado conforme o grau e a evolução do quadro, podendo incluir loções tópicas, medicamentos orais e procedimentos para controlar a queda e preservar os fios.
Queda de cabelo é um sintoma, não um diagnóstico. Antes de tratar, é necessário identificar a causa — e ela varia bastante: alopecia androgenética, eflúvio telógeno, alopecia areata, deficiências nutricionais, alterações da tireoide e doenças do couro cabeludo estão entre as mais frequentes.
A avaliação inclui história clínica, exame do couro cabeludo com tricoscopia e, quando indicado, exames laboratoriais. Tratar sem diagnóstico é o erro mais comum e o que mais atrasa o resultado.
A escolha da terapia depende do diagnóstico, do grau da alopecia, da velocidade de progressão e das características individuais.
Folículos miniaturizados ainda respondem ao tratamento; folículos perdidos, não. Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento forem iniciados, maiores são as chances de preservar os fios existentes e recuperar densidade.
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Avaliação com tricoscopia e plano de tratamento baseado no diagnóstico, não em suposição.
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